Gerência de Transporte da Refinaria ganha prêmios, enquanto os trabalhadores que usam esse mesmo transporte ficam doentes e são assaltados.

Qual é o valor de uma vida?

Para a Gerência Geral da Refinaria Abreu e Lima, R$ 5 milhões por ano é suficiente para expor os trabalhadores à riscos iminentes à vida. Até prêmio foi concedido a quem decidiu “otimizar” o transporte, trocando ônibus por vans.

O resultado dessa “economia”: No dia 30/05, trabalhadores foram assaltados dentro da van, no trajeto de ida para a Refinaria. Aproveitando-se da vulnerabilidade deste tipo de transporte, três meliantes anunciaram assalto e roubaram pertences de alguns trabalhadores. Evidenciando com isso um Risco de morte desnecessário a todos os presentes na van.

Além disso, vários são os relatos até então de: Trabalhadores afastados por licença médica por conta de dores nas costas, provocada pela péssima acomodação dos assentos das vans; Trabalhadores atravessando a cidade engarrafada sem acesso ao banheiro, sobretudo em dias de chuvas; Vans chegando atrasadas e saindo no horário normal, largando os trabalhadores para retornarem em carros pequenos lotados com cinco passageiros.

Até quanto precisa piorar mais para a Gerência se conscientizar que o modelo de vans NÃO SERVE?

Quantas pessoas mais precisarão ficar incapacitadas laboralmente para se pensar na saúde dos trabalhadores?

Quantos assaltos serão necessários para ficar claro a evidente vulnerabilidade dessas vans?

Sobre a troca do modelo de transporte de micro-ônibus para vans, várias foram as denúncias e previsões negativas deste sindicato. E diante do RISCO IMINENTE DE MORTE vivenciado pelos trabalhadores, o Sindipetro-PE/PB solicitou o retorno imediato dos micro-ônibus e requereu através de ofício uma resposta num prazo máximo de 24 horas.

 Sindipetro-PE/PB